sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Famosos feitos de lixo Torna-se arte



John Mecier é um artista plástico de São Francisco que, entre outras coisas, ficou popular por transformar lixo em imagem de famosos.
Além de e-waste, ele usa outros objetivos que muitas vezes são doados pelos próprios sujeitos de seus retratos, de forma que ele agrega objetos que as pessoas gostariam de ter associadas à sua figura.
Costumo ter um pé atrás com quem tenta vender “arte” ecologicamente correta apelando para o lado verde da obra – como se aquilo tivesse que ter mais valor artístico ou ser “melhor” porque tem uma preocupação ambiental (não entendam errado: sou super a favor de toda iniciativa que promova reciclagem e reutilização).
Mas Mecier me surpreendeu muito. início, porque ele não vende seus trabalho como “ambientalista”. Segundo, porque os detalhes que ele cria são impressionantes – e essa riqueza só é ressaltada (e ainda mais apreciada) pelo fato de ele fazer tudo com lixo.
Claro, existe também uma leitura mais abstrata (e que pode ter sido intencional) de haver certa ironia em vermos ícones da música e da TV feitos com os circuitos e peças dos dispositivo que os tornaram famosos…
Enfim, achei que era uma obra para fazer pensar – ou, no mínimo, para se apreciar 
A reprodução que ilustra este post mostra Andy Warhol e, ao lado, os materiais utilizados.
Confira abaixo Pink e Donald Trump nas versões de lixo e entre no site de Mecier para ver mais coisas legais.









3 comentários:

  1. PARABÉNS FERNANDO VC É UM GRANDE ARTISTA

    ResponderExcluir
  2. PARABÉNS FERNANDO! SE NO MUNDO EXISTISSE MAIS PESSOAS IGUAIS A VC SERIA UM MUNDO DE PAZ, COLORIDO E CHEIO DE AMOR!!!!!!

    ResponderExcluir
  3. Tem gente que tem cheiro de passarinho quando canta.
    De sol quando acorda.
    De flor quando ri.
    Ao lado delas, a gente se sente no balanço de uma
    rede que dança gostoso numa tarde grande,
    sem relógio e sem agenda.
    Ao lado delas, a gente se sente comendo pipoca na praça.
    Lambuzando o queixo de sorvete.
    Melando os dedos com algodão doce da cor mais
    doce que tem pra escolher.
    O tempo é outro.
    E a vida fica com a cara que ela tem de verdade,
    mas que a gente desaprende a ver...
    é voce Fernando!

    ResponderExcluir