terça-feira, 2 de novembro de 2010

Twitter Fecebook you tube ódio e preconceito na eleição 2010


A importância das redes sociais nas eleições presidenciais deste ano fez com que os partidos criassem uma coordenação especificamente sobre o assunto. Com o sucesso de Barack Obama Em 2008 nos Estado Unidos como referencia
O presidente LULA assinou a reforma eleitoral na web .começou uma corrida pelas mídias e rede sociais
Este uso das redes sociais mudou o rumo das eleições.com tema como aborto religião e também o ódio e preconceito que vive adormecido na sociedade brasileira sugiram com muita força 
SONINHA FRANCINE         Marcelo Branco
As redes sociais e o fator político




Por Mauricio Tonetto em 2/11/2010



As eleições presidenciais de 2010 inauguraram uma nova era nas campanhas políticas do Brasil: a das redes sociais. Nunca na história dos pleitos nacionais a participação de pessoas não-filiadas a partidos políticos foi tão intensa e livre como este ano. Inspirados em Barack Obama – que soube utilizar muito bem a internet para se tornar presidente dos Estados Unidos – e aproveitando a mudança da lei eleitoral em 2009, José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) estreitaram seus vínculos com milhões de anônimos e foram pautados por eles, descentralizando o foco das campanhas. Isso significa uma vitória democrática, mas é preciso cuidado.
Os infinitos caminhos da internet se tornaram fonte inesgotável de conhecimento e também de desinformação, especialmente quando se trata de redes sociais. Qualquer pessoa pode postar qualquer assunto em canais como Twitter, Facebook e blogs, além de vídeos forjados no YouTube, transformando fatos inexistentes em correntes de "informação". A preocupação dos assessores de Dilma e Serra com essas ferramentas foi tão grande que eles contrataram especialistas para travar uma guerra particular. Do lado petista estava o publicitário Marcelo Branco; do tucano, a jornalista Soninha. A campanha virtual foi um sucesso.
O grande mérito das redes sociais neste ano foi proporcionar que a atuação política saísse dos círculos restritos e muitas vezes excludentes dos partidos e tomasse forma em qualquer computador, iPhone, BlackBerry ou outra plataforma de propagação de conteúdo. Porém, tuitar uma frase de incentivo a um candidato ou distribuir uma corrente de e-mails a milhares de pessoas não significa, necessariamente, um ato cidadão e político. Pelo contrário, pode incentivar o preconceito, o ódio e a ignorância.
Avanço da internet é um caminho sem voltaVocê mesmo, leitor, quantas vezes já deparou com esse tipo de mensagem em sua caixa de correio eletrônico? Eu, por exemplo, as ignoro. Prefiro o critério. Só que muita gente toma fatos absurdos por verdades e isso gera debates infundados, que não contribuem para o amadurecimento de uma verdadeira democracia, como o Brasil tanto almeja. Por isso, é preciso fortalecer o jornalismo e a especialização dos profissionais da imprensa do nosso país.
São essas pessoas, nas universidades e nos veículos de comunicação, que vão zelar pelo filtro ético e informativo dos milhões de mensagens disparadas nos mais diferentes canais da web. Apoiar o estudo dos avanços tecnológicos, dos critérios fundamentais das notícias e do código de ética já consolidado no país é investir no fortalecimento de uma sociedade adulta e séria.
A nova líder da nação brasileira está atenta a isso. Tanto é verdade que Dilma Rousseff, no seu primeiro pronunciamento como presidente eleita, disse que é a favor da liberdade de imprensa e da valorização da democracia em toda sua dimensão, desde o direito de opinião e expressão até os direitos essenciais. Se ela vai cumprir, temos que esperar e fiscalizar.
Também temos que olhar para nossos atos e examinar o quanto estamos contribuindo para a evolução disso – ou para o retrocesso. No comodismo dos nossos lares e dos nossos computadores, costumamos disparar críticas contra os políticos e não percebemos que eles nada mais são do que um reflexo das nossas famílias, cidades e estados. Então, é preciso sobriedade e serenidade, pois o nosso passado ensina que a desunião só traz prejuízos.
O avanço da internet é um caminho sem volta e a tendência é que o mundo virtual tome conta de todos os setores da sociedade e dos grandes eventos, tendo como guardião o jornalismo.

obtido  em     http://www.observatoriodaimprensa.com.br

3 comentários:

  1. Relevante o texto acima, passei também por experiências inéditas nestas eleições e todas por conta deste ‘poder’ que temos em mãos – INTERNET. Confesso que nem foi tão grande a minha surpresa, pois estamos lidando com os mesmos seres humanos que habitam o Estado Brasileiro ou o Planeta, e valha a consciência que somos o que somos em qualquer meio. Obviamente que isto não minimiza em nada a nossa indignação quando temos a infelicidade de cruzarmos com algumas criaturas que não merecem estar senão em grupos que os identifiquem e do qual fazem parte, dos ESTOUVADOS. Pois que, qualquer via do qual se faça uso para salientar o preconceito, a violência ou qualquer espécie de desrespeito ao outro não minimiza o crime cometido nem o repúdio que sentimos por esses elementos. Entretanto, isso não é o suficiente, temos na igual proporção com que defendemos o direito da livre expressão, de opiniões e de escolhas, o de buscarmos a punição de quem as desrespeita, e isso deve ser feito através da denuncia aos órgãos competentes. E destes, exigirmos as providências devidas.

    Nancy Levandowski
    02/11/2010

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. OI NANCY, SOU EU ANA AGRA? ESTOU PROCURANDO VCES, PERDI CONTATO DE BETTY, VANUSA E OUTRAS. QUERIA POR FAVOR SEU EMAIL. CONTINUO NO GOOGLE +

      BJS

      Excluir
  2. É temos que aprender a usa a internet. e temos de ter responsabilidade como tratamos dos direito do próximo
    Na política temos martela um tema para politizar este tema. para outra pessoa compra a ideia .ai forma uma correte sobre o tema ou conjunto de ideias para termos um plataforma política
    Não leva a nada desclassifica outra pessoa sem ter uma proposta para apresentar
    Nesta eleição as pessoas só classificaram as outras com analfabeta e burra. o que isto leva de importante em política

    ResponderExcluir