Páginas

sábado, 5 de fevereiro de 2011

A Pop art. (ou Arte pop) E Seus Grandes Artistas

Baravelli

Robert Rauschenberg , Roy Lichtenstein , Andy Warhol , Duke Lee, Baravelli, Fajardo, Nasser,  De Tozzi, Antonio Henrique Amaral e Romero Brito são artista do movimento pop art.




A Pop art. (ou Arte pop) é um movimento artístico surgido na década de 1950 no Reino Unido e nos Estados Unidos. Nas décadas de 60 e 70 ocorre o ápice do movimento, cuja figura de maior destaque foi o americano Andy Warhol. O termo foi cunhado em 1956 pelo crítico britânico Laurence Alloway.





Duke Lee


A Pop art. propunha que se admitisse a crise da arte que assolava o século XX e pretendia demonstrar com suas obras a massificação da cultura popular capitalista. Procurava a estética das massas, tentando achar a definição do que seria a cultura pop, aproximando-se do que costuma chamar de kitsch.
Diz-se que a Pop art. é o marco de passagem da modernidade para a pós-modernidade na cultura ocidental.


veja :  

Imagens de pop art

 
                                                                    Robert Rauschenberg

Robert Rauschenberg (1925) Depois das séries de superfícies brancas ou pretas reforçadas com jornal amassado do início da década de 1950, Rauschenberg criou as pinturas "combinadas", com garrafas de Coca-Cola, embalagens de produtos industrializados e pássaros empalhados.
Por volta de 1962, adotou a técnica de impressão em silk-screen para aplicar imagens fotográficas a grandes extensões da tela e unificava a composição por meio de grossas pinceladas de tinta. Esses trabalhos tiveram como temas episódios da história americana moderna e da cultura popular.



Robert Rauschenberg



Robert Rauschenberg

veja mais :  

Imagens de Robert Rauschenberg



Robert Rauschenberg

                                                            Roy Lichtenstein


Roy Lichtenstein (1923-1997). Seu interesse pelas histórias em quadrinhos como tema artístico começou provavelmente com uma pintura do camundongo Mickey, que realizou em 1960 para os filhos. Em seus quadros a óleo e tinta acrílica, ampliou as características das histórias em quadrinhos e dos anúncios comerciais, e reproduziu a mão, com fidelidade, os procedimentos gráficos. Empregou, por exemplo, uma técnica pontilhista para simular os pontos reticulados das historietas. Cores brilhantes, planas e limitadas, delineadas por um traço negro, contribuíam para o intenso impacto visual.
Com essas obras, o artista pretendia oferecer uma reflexão sobre a linguagem e as formas artísticas. Seus quadros, desvinculados do contexto de uma história, aparecem como imagens frias, intelectuais, símbolos ambíguos do mundo moderno. O resultado é a combinação de arte comercial e abstração.


Roy Lichtenstein





Roy Lichtenstein

veja mais: Imagens de Roy Lichtenstein

Roy Lichtenstein


                                                                 Andy Warhol


Andy Warhol (1927-1987). Ele foi figura mais conhecida e mais controvertida do pop art, Warhol mostrou sua concepção da produção mecânica da imagem em substituição ao trabalho manual numa série de retratos de ídolos da música popular e do cinema, como Elvis Presley e Marilyn Monroe. Warhol entendia as personalidades públicas como figuras impessoais e vazias, apesar da ascensão social e da celebridade. Da mesma forma, e usando sobretudo a técnica de serigrafia, destacou a impessoalidade do objeto produzido em massa para o consumo, como garrafas de Coca-Cola, as latas de sopa Campbell, automóveis, crucifixos e dinheiro.

Andy Warhol

Andy Warhol 

Andy Warhol 


Andy Warhol 


veja mais :  

Imagens de andy warhol obras



Andy Warhol 






                                           Wesley Duke Lee


Filho de William Bowman Lee Jr, descendente de uma família do sul dos Estados Unidos, e de Odila de Oliveira Lee, filha de portugueses do Douro e Beira Alta,[2] Wesley inicia seus estudos no curso de desenho livre do MASP, em 1951. No ano seguinte, embarca para Nova York, onde estuda na Parsons School of Design e no American Institute of Graphic Arts até 1955 e entra em contato com a obra de Robert Rauschenberg, Jasper Johns Cy Twombly e com a pop art em geral. De volta ao Brasil, abandona a carreira publicitária e estuda pintura com o italiano Karl Plattner, que então vivia no Brasil. Acompanha-o à Itália e à Áustria até 1960. Também viaja a Paris, onde tem aulas na Académie de la Grande Chaumière e no ateliê de Johnny Friedlaender.

Novamente retorna ao Brasil, em 1963. Ousado e polêmico, inicia um trabalho com jovens artistas e realiza, em 23 de outubro do mesmo ano, no João Sebastião Bar, em São Paulo, O Grande Espetáculo das Artes, um dos primeiros happenings do Brasil. Com Maria Cecília Gismondi, Bernardo Cid, Otto Stupakoff e Pedro Manuel-Gismondi, entre outros, procura formar um grupo dedicado ao Realismo Mágico. Participou também, em 1966, da fundação do Grupo Rex, com Geraldo de Barros, Nelson Leirner, José Resende, Carlos Fajardo e Frederico Nasser. A iniciativa, uma reação combativa e bem-humorada ao mercado de artes na década de 1960, perdurou até 1967, desdobrou-se no espaço alternativo Rex Gallery & Sons e no jornal Rex Time. Desenhista, gravador, pintor e professor, Wesley Duke Lee foi um dos introdutores da Nova Figuração no Brasil.
Entre 1964 e 1966, a convite de Walter Zanini, primeiro diretor do MAC-USP, participa, juntamente com Bin Kondo, Fernando Odriozola e Yo Yoshitome, do Phases, movimento artístico surgido na França, a partir do surrealismo.
Wesley Duke Lee
Em 1964, foi um dos primeiros voluntários para testes sobre os efeitos do LSD, numa clínica em São Paulo. Tomava o ácido e se trancava numa sala para desenhar. Essa experiência resultou nas séries Lisérgica e Da Formação de um Povo, ambas dotadas de forte carga política contra o regime militar que se instalava no país.




Wesley Duke Lee




Wesley Duke Lee

veja mais:   Imagens de imagem de duke lee



Wesley Duke Lee

                                            Luiz Paulo Baravelli 



Luiz Paulo Baravelli (São Paulo, 1942) é um desenhista, pintor, gravador e escultor brasileiro.
Estudou Pintura e Desenho na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), tendo permanecido ali dos dezoito aos vinte anos. Passados dois anos, recorreu à Universidade de São Paulo, onde estudou Arquitetura. Simultaneamente, começou a estudar pintura e desenho com Wesley Duke Lee. Começou então, neste período, a retratar modelos ao vivo, método que até hoje mantém.
Em 1971, surgiu pela primeira vez, numa exposição coletiva no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM). No seguinte ano, perto do reconhecimento nacional, participou, com uma sala especial, na exposição Brasil Plástica 72, na Fundação Bienal de São Paulo, agraciado com o Premio Aquisição.
No ano de 1979 concebeu o óleo sobre tela No museu. O quadro, que hoje se encontra no Museu de Arte Moderna de São Paulo, foi doado ao museu pelo próprio artista. No museu é visto como uma das mais interessantes e relevantes pinturas de toda a obra de Baravelli.
Após o Premio Aquisição, seguiu-se um série notável de outros, dos quais se destacam o de Melhor Pintor de 1982 e 1992, prêmios entregues pela Associação Paulista de Críticos de Arte. Seguidamente, consagrou a sua carreira com em exposições internacionais de destaque, entre as quais se contam a participação na XLI Bienal de Veneza, em 1984, e a exposição individual, no ano seguinte, no Hara Museum of. Contemporary Art., em Tóquio, no Japão.
Até à atualidade as críticas têm sido favorecedoras. Dessas críticas sobressai a de Roberto Pontual, que afirmou que "Baravelli situa-se como pesquisador de múltiplas técnicas e materiais, desde o Desenho à Pintura até à Escultura; do objeto, desde o ferro e a madeira até o acrílico e a fórmica. Ao mesmo tempo, introspectivo e crítico a sua obra desenvolvem-se como anotação e transfiguração constantes, ao nível aproximado de um diário autobiográfico".



Baravelli



Baravelli


Baravelli

veja :  
Baravelli

                                                        Carlos Alberto Fajardo 

Carlos Alberto Fajardo (São Paulo SP 1941). Artista multimídia. Freqüenta o curso de arquitetura na Universidade Mackenzie, em São Paulo, entre 1963 e 1972. Na década de 1960, estuda pintura, desenho, comunicação visual e história da arte com Wesley Duke Lee (1931), e música contemporânea com Diogo Pacheco (1925). Participa da criação do Grupo Rex, com Wesley Duke Lee, Nelson Leirner (1932), Frederico Nasser (1945), Geraldo de Barros (1923 - 1998) e José Resende (1945), em 1966, e torna-se co-editor do jornal Rex Time. Em 1970, com Luiz Paulo Baravelli (1942), Frederico Nasser e José Resende, funda a Escola Brasil:. Estuda gravura em metal com Babinski (1931) e litografia com Regina Silveira (1939). No início de sua trajetória, trabalha com diferentes técnicas, realizando objetos, pinturas, colagens, desenhos e gravuras. A partir de 1981, expõe trabalhos em pintura, constituídos por um conjunto de telas e de superfícies em madeira pintada, apenas apoiados nas paredes da sala, criando assim um espaço entre os dois planos. Passa a dedicar-se à realização de esculturas em que explora questões como peso, gravidade ou sustentação da obra no solo. Em 1987, recebe a Bolsa Ivan Serpa da Funarte e, em 1989, a Bolsa Vitae de Artes. Desde 1996, leciona no departamento de artes plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo - ECA/USP.



Fajardo 
veja:  

Imagens de carlos Fajardo




Fajardo 


                                                            Frederico Nasser


O talentoso Frederico Nasser teve atuação efêmera - mas certamente destacada nas artes plásticas. Ex-aluno de Wesley Duke Lee, foi um dos fundadores do Grupo Rex, em São Paulo. Integrou a conhecida "Escola Brasil", juntamente com José Resende, Baravelli e Carlos Fajardo. Em 1973 abandona a pintura e o desenho para dedicar-se a atividades editoriais.

Frederico Nasser 
      
                                                      Cláudio José Tozzi



Arquiteto e Mestre em arquitetura pela «Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo», inicia-se artisticamente como um pintor figurativo influenciado pela «pop art americana» (Roy Litchtenstein), e refletia os aspectos político-sociais das décadas 1960 - 1970 (Guevara; Vivo ou Morto). Em 1971, de volta de sua primeira viagem de estudo pela Europa apresenta sua primeira exposição individual e em 1975 a Associação Brasileira de Críticos de Arte lhe concede o premio de «Viagem ao Exterior».

É o autor de muitos painéis em espaços públicos em São Paulo e no Rio de Janeiro. Tem participado de inúmeros eventos artísticos; tais como: a «Jovem Arte Contemporânea», no MAC/USP em 1967, 1968 e 1970; que assinala um ponto importante de sua carreira; a «Bienal Internacional de São Paulo» em 1967, 1968, 1977 e 1991; o «Panorama de Arte Atual Brasileira», no MAM/SP, nas edições de 1971 e 1983; e a «Bienal de Veneza», com sala especial no Pavilhão Brasileiro, em 1976.

É um pintor do nosso tempo que através de «Guevaras, histórias em quadrinhos e «parafusos metamorfoseando-se em degraus, degraus em torres ou faróis, em total desequilíbrio» nos conduz através de sua obra para o trinômio forma, linha e cor, e depois, forma e cor; percorrendo o caminho da figuração à abstração. Foi a forma que escolheu para nos retratar a pós-modernidade; enquanto idéia, experiência cultural e até mesmo condição social. A crença de que o período que caracterizou a busca de um mundo racionalizado - de 1789 a 1989 - deu origem à pós-modernidade, é contestada por aqueles que indicam que esta nasceu em 15.07.1972, quando se iniciou o desmantelamento do Conjunto Habitacional Popular de Pruitt-Ioge (St. Louis) concebido e construído seguindo as teorias das moradias populares enunciadas pelo arquiteto suíço Le Corbusier o qual seguia o «princípio das máquinas de habitar»... o apogeu da ciência transformada em tecnologia aplicada.

O próprio conceito da pós-modernidade que prenuncia «A perda de confiança no conhecimento moderno e no seu conseqüente progresso» resultando portanto numa busca de novas bases, valores ou novos conceitos de vida, no passado ou em outras culturas, pode ser uma das razões que o levaram a não se filiar a nenhuma corrente estética ou programática. Veio depois do concretismo, conseguiu ultrapassar a pura expressão geométrica para representar, em etapas posteriores, quanto o contato com o real tornava-se mais difuso. Representou «pesquisas ópticas» e «séries como a dos parafusos», gravuras e móbiles; em suma, objetos da era tecnológica. Diria que deu forma e cores a Jean Baudrillard e Jean-François Lyotard.

Fonte: Itaú Cultural 



Tozzi

veja:    Imagens de Cláudio Tozzi


Tozzi
                                            
                                                  Romero Britto

Romero Britto (Recife, 6 de outubro de 1963) é um pintor e escultor brasileiro.
Romero é conhecido como artista pop brasileiro, radicado em Miami. Suas obras caíram no gosto das celebridades por sua alegria e sua cor, tendo sido alçado para a fama ao realizar a ilustração de uma campanha publicitária para a vodca Absolut. Começou no mundo do "grafite" e hoje é o artista preferido de vários atores e atrizes hollywoodianos. Porém nunca obteve sucesso com a crítica especializada, uma vez que se trata de um artista cujo trabalho é por demais determinado pela indústria cultural, sendo impossível distinguir até que ponto seu trabalho deve ser visto como arte ou como prática de marketing.
Aos oito anos começou a mostrar interesse e talento pelas artes . Com muita imaginação e criatividade, pintava em sucatas, papelão e jornal. Sua família o ajudava a desenvolver seu talento natural,dando-lhe livros de arte para estudar.
Aos 14 anos fez sua primeira exibição pública e vendeu seu primeiro quadro à Organização dos Estados Americanos. Embora encorajado por este sucesso precoce, as circunstâncias modestas de sua vida o motivaram a estabelecer metas e a criar seu próprio futuro: "Na condição de criança pobre no Brasil, tive contato com o lado mais sombrio da humanidade. Como resultado, passei a pintar para trazer luz e cor para minha vida."
Frequentou escolas públicas, recebeu bolsa de estudos para uma escola preparatória e, aos 17 anos, entrou na Universidade Católica de Pernambuco, no curso de Direito. Viajou para a Europa para visitar lugares novos e ver a arte que só conhecia nos livros.
Na maioria das obras de Romero Britto, ele usa textura gráfica e, geralmente, elas tratam de assuntos importantes para o dia-a-dia. Suas obras, na maioria das vezes, não são exatamente iguais à realidade, pois apresentam linhas, pontos, divisões e fragmentos de sua assinatura (em grande parte das obras).

Romero Britto
                                           
Romero Britto


Romero Britto

Romero Britto

Nenhum comentário:

Postar um comentário