segunda-feira, 18 de julho de 2011

Porta a porta atrai Polishop e Unilever

O crescimento do negócio de venda porta a porta, mais conhecido como venda direta, atrai players de diferentes segmentos como a varejista Polishop, que vai aumentar sua presença nesse canal de vendas, além da indústria Unilever , que anuncia novo negócio também nesse mercado. O setor representa cerca de R$ 26 bilhões para o comércio brasileiro, e cresce a média anual de 18%. Este ano, o mercado deve seguir com evolução de dois dígitos, crê a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (Abevd). No caso da Polishop, que já atua na venda de diversos produtos, a entrada no varejo porta a porta está otimista e a empresa espera que este canal represente cerca de 8% do faturamento ao final do primeiro ano. Atualmente a marca já atua em canais como internet, loja, call center, revistas e televisão.

Segundo diretor-geral do canal Polishop com.voce, Gilberto Guitti, a empresa quer vender ao público que mora em regiões fora das principais capitais do País. "Decidimos investir em venda direta para atender um nicho de mercado composto por consumidores que não gostam de comprar por internet e call center ou moram em cidades onde não há lojas físicas da empresa", diz Guitti.

Segundo o porta-voz, para se tornar um vendedor basta investir R$ 89 na aquisição do "kit de cadastro" composto de manual de negócios, manual do plano de bonificação, catálogo e DVD com detalhes dos produtos, DVD Institucional e DVD de treinamento com informações sobre como construir uma organização. A partir daí, o empreendedor ganha sempre que um consumidor comprar indicando o seu número de ID (identificação). O vendedor também ganha descontos exclusivos nos produtos, bonificações quando apresentar outros empreendedores que se cadastrarão em sua linha descendente e participação em treinamentos exclusivos. A remuneração média mensal varia de R$ 2 mil a R$ 10 mil, não há limite máximo.

Ele ainda complementa que os preços serão os mesmos praticados pela empresa nos outros canais. Para Guitti, esta é mais uma vantagem. "A experiência da Polishop tem comprovado que os múltiplos canais não competem entre si: ao contrário, se complementam. Quem vê um produto na TV muitas vezes compra na loja e quem pega uma revista na loja decide comprar pela internet e assim por diante ", conclui. A marca, hoje, estima contar com mais de 1 milhão de revistas mensais, mais de 100 lojas próprias nos principais shopping centers do Brasil e uma logística capaz de atender qualquer domicílio. 


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Água

Quem segue a mesma linha é a Unilever, que se prepara para estrear na venda porta a porta no Brasil com uma nova categoria - um purificador de água. Com o novo produto, a subsidiária brasileira vai concorrer pela primeira vez na mesma categoria com empresas como Electrolux e Philips, que já vendem purificadores de água no País. Para fazer o produto chegar à casa do consumidor, a Unilever fechou uma parceria com a Jequiti, empresa de venda direta de cosméticos do Grupo Silvio Santoscujo diretor é Lásaro Carmo Júnior. 

O produto é uma das principais armas da Unilever para crescer em mercados emergentes, responsáveis por boa parte da expansão de cerca de 5% das vendas globais da companhia em 2010, US$ 58,6 bilhões. Hoje a marca Pureit já é usada por 15 milhões de pessoas no mundo e a empresa pretende levá-la para 500 milhões de pessoas até 2020.

Fonte: DCI



A gigante brasileira Polishop inaugura seu novo canal de negócios.



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